quinta-feira, 19 de novembro de 2009

PROJETO SEMEAR - Escolas






Hoje tivemos mais uma apresentação de história infantil, abordando o tema "orgulho". Mais de 200 crianças ouviram o conto criativo ilustrado por Silvia, que acontecia numa "floresta" e narrada por uma "joaninha" moradora da mesma. Tivemos boa apreciação dos professores e diretores, aos quais agradecemos o apoio, e também aos irmãos Éderson e Liteici que nos auxiliaram na confecção das lembrancinhas entregue ao final da história aos pequeninos.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

TESTEMUNHO


Há quanto tempo você participa do GA?
Frequento a mais ou menos dois meses.

Como é para você participar de uma reunião num ambiente familiar?
Me sinto bem pela atenção das pessoas dada a mim.

O que você mais gosta nas reuniões?
Gosto do louvor porque gosto muito de música.

Você já recebeu alguma dádiva de Deus neste tempo que pode testemunhar?
A cura do meu irmão e salvação de um acidente.

Uma palavra que você lembra?
A história do "filho pródigo".

Um louvor que você não esquece?
A música "A cada manhã".

O que você gostaria de dizer aqueles que gostariam de participar de uma das nossas reuniões?
Que venham conhecer para exercitar sua fé.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

LINDA MÚSICA - TU SABES SENHOR (Bianca Toledo)

INDICAÇÃO DE LEITURA


Livro de autoria do Pr. J.Jacó Vieira, atual presidente das Igrejas Missionárias do Brasil e América Latina, aborda a "síndrome de Caim" como sendo as escolhas erradas, envenenadas que alguém pode adotar na vida à semelhança do próprio Caim que, ainda com oportunidades de receber a graça de Deus, rejeito-a, escolhendo o caminho da desgraça; errante pelo mundo. Uma leitura muito prática e cheia de exemplos, nos mostra como devemos usar corretamente uma dádiva tão importante concedida por Deus a nós: o poder da escolha!
Boa leitura.

sábado, 17 de outubro de 2009

RIQUEZA ESPIRITUAL

“Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos céus.” (Mateus 5.3)

Estas palavras de Jesus parecem num primeiro momento, contraditórias. Pois, como pode alguém ser “bem-aventurado” (ou seja, “mais que feliz”), sendo “pobre em espírito”? Seria o mesmo que a seguinte afirmação, por exemplo: você que faliu com sua empresa é mais que feliz. A pessoa que ouvisse uma declaração destas, em tal condição, ficaria no mínimo irritada!

Mas, diferentemente da pobreza material, Jesus está referindo-se aos pobres “em espírito”. E o que seria um pobre em espírito para entendermos melhor o significado da Sua declaração. Bem, podemos entender um pobre em espírito como alguém destituído de “virtudes espirituais”. Alguém que não se sente “rico para com Deus”. É aquele que não desfruta de paz interior na sua alma. Ou, aquele que não tem uma fé grande, mas, pequena e fraca; considera. Ou, aquele que sente-se triste em seu interior, destituído de alegria no íntimo. Ou, aquele ainda que diante de tantas falhas, sente-se tão pecador, que lhe falta motivação para ir à uma igreja, orar, e até mesmo ler a Bíblia. Este pobre é como aquele publicano que Jesus narra que, ao chegar no templo, ficava à distância do altar e nem ousava olhar para o céu, mas batendo em seu peito, clamava a misericórdia de Deus pelos seus pecados (Lc 18.9-14).

Porém, a questão é como alguém pobre em espírito pode ser ao mesmo tempo um bem-aventurado, ou mais que feliz? Ele é um bem-aventurado, dizia Jesus, porque através da sua pobreza ele alcança o Reino dos céus. Ou seja, o Reino de Deus não é dado aos que sentem-se ricos em espírito. Aí, surge outra pergunta: alguém nasce rico em espírito como nasce-se rico na vida material? E a resposta é “não”! “Pois todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3.23). Entretanto, a exemplo do fariseu na parábola citada do evangelho de Lucas, é possível não reconhecermos nossa pobreza espiritual, negando-a ou vestindo uma capa de religiosidade. A estes o Reino dos céus jamais lhes será concedido porque, apesar de sua miséria espiritual, a mesma não é reconhecida.

Agora, aqueles que reconhecem sua pobreza espiritual passam a herdar este Reino que é caracterizado por paz e alegria no Espírito Santo (Rm 14.17), tornando-se “ricos em espírito”. Ao que não tinha paz, lhe é dado. Ao que não sentia alegria, lhe é concedida. Ao que sentia-se culpado e pecador, passa a ter a certeza do perdão e de sua aceitação diante de Deus. Ao que estava morto no espírito, é ressuscitado e passa a ter prazer em orar, ler a Bíblia e ir à igreja. Mais do que uma religião, ele tem agora “comunhão” com Deus. Esta riqueza espiritual nos faz superar qualquer pobreza desta vida. Pois, nenhuma tristeza ou contrariedade desta vida é capaz de sobrepujar a paz e alegria recebidas deste Reino dos céus. Esta é a nossa riqueza! Esta é a bem-aventurança descrita por Jesus!

E, diferentemente do que alguns podem pensar, este Reino não diz respeito apenas ao nosso futuro eterno, mas, ao nosso presente, podendo ser experimentado “aqui e agora”. Pois, este Reino foi inaugurado com a Obra de Cristo e a conseqüente descida do Espírito Santo na Sua plenitude aqui na terra, tornando disponível a “todos” o “Reino dos céus”. Reino este, “espiritual”. Reino que nos torna ricos ao antecipar a vida no céu, já nesta vida. Parafraseando Dallas Willard, na verdade quem já entrou neste Reino, já entrou na “vida eterna”!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

CINE COMUNITÁRIO


LOCAL: Centro Comunitário Bairro São Luis
DATA: Dia 14 de Outubro (quarta-feira)
HORÁRIO: 19h e 30 min.

OBS: A entrada é gratuita!!

TESTEMUNHO


Há quanto tempo você participa do Grupo de Amigos?
Aproximadamente 10 meses.

Como é para você participar de uma reunião num ambiente familiar?
É bom porque podemos compartilhar nossa vida, tendo mais liberdade para tirar dúvidas sobre a Palavra de Deus, além de podermos ter um bom convívio com mais pessoas.

O que você mais gosta nas reuniões (qual o momento)?
De todos. Das músicas porque podemos cantar para Deus. Das orações porque podemos demonstrar nossa gratidão a Deus. E, da mensagem porque podemos compreender claramente a Palavra de Deus a nós.

Você já recebeu alguma dádiva de Deus neste tempo que pode compartilhar?
Bem, são várias. Deus me deu paz e alegria que eu não tinha. Minha saúde ficou melhor, o coração desinchou, a pressão está sempre controlada e não tenho mais constantes dores nos meus ossos como antes. Na minha casa também predomina agora a alegria e um ambiente harmoioso.

Uma palavra que lhe marcou?
Jesus acalmou a tempestade e a multiplicação dos pães.

Uma música que lhe marcou?
Os sonhos de Deus.

O que você gostaria de dizer aqueles que gostariam de participar das nossas reuniões?
Que sigam o caminho de Jesus.

Ranilde Duarte

A IMPORTÂNCIA DE UMA AMIZADE!

“Não somos ilha!”

“...surgiu tão grande amizade entre Jônatas e Davi que Jônatas tornou-se o seu melhor amigo.” (1Sm 18.1)

Você já viu uma ilha? Ela é cercada pelas águas e caracterizada pelo seu “isolamento”. No mapa uma ilha é apenas um ponto perdido no meio do mar e distante da terra firme. Se você quiser ter acesso a uma ilha precisará ir até ela, pois uma ilha nunca se desloca do seu lugar.

Você conhece alguém que é “lha”. Uma pessoa ilha também costuma viver isolada das demais e, dificilmente, sei do seu lugar de conforto e comodismo para se relacionar com outras pessoas. Mas, o relacionamento pessoal é uma necessidade básica de todo ser humano. Quando não nos relacionamos com o próximo, adoecemos. Assim como precisamos nos exercitar fisicamente para a saúde do corpo, precisamos igualmente nos exercitar no compartilhar dos pensamentos e sentimentos para a saúde da alma.

Aprendemos através da própria constituição divina o princípio de relacionamento. A trindade Pai, Filho e Espírito Santo gozam de constante relacionamento, como já dizia Leonardo Boff. Podemos afirmar que nossa necessidade de relacionar-se vem de Deus. Fomos criados para nos relacionarmos tanto com Deus, quanto com o próximo. Daí a importância de termos “amigos” na vida. Por isso, quero observar alguns pontos positivos da amizade de Davi e Jonatas, mostrando-nos a importância de uma amizade.

Quando Saul recrutou a Davi para servir-lhe como soldado em Israel, Jônatas deu-lhe o manto com sua túnica, sua espada, arco e cinturão. Um amigo pode suprir-nos uma necessidade momentânea! (1Sm 18.4)

Quando Saul revoltado contra Davi, pretendeu matá-lo, Jônatas alertou-o do perigo que corria. Um amigo pode nos alertar nas situações de perigo que estamos sendo vítimas sem perceber! (1Sm 19.2)

Quando Saul mantinha o desejo de matar Davi, Jônatas o aconselhou a fugir e esconder-se numa caverna. Um também é um bom conselheiro! (1Sm 19.2)

Quando Saul continuava a conspirar contra Davi, Jônatas o defendeu diante do próprio pai. Um amigo nos defende diante de calúnias e injustiças! (1Sm 19.4-5)

Quando Saul estava determinado a acabar com a vida de Davi, Jônatas o ajudou livrando-o da morte. Um amigo guarda a nossa vida mesmo que tenha que arriscar a sua! (1Sm 20)

Você tem amigos assim? Você é um amigo assim? Os verdadeiros amigos são “Jônatas” para os “Davis”! Tenha um Jônatas em sua vida e seja um na vida de alguém! “O amigo ama em todos os momentos; é um irmão na adversidade.” (Pv 17.17)

PÉROLA DO GRUPO "SINAL DE ALERTA"

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

MANIFESTAÇÕES DO AMOR DE DEUS!

O amor é um atributo moral da Pessoa de Deus. Portanto, assim como a onça não pode mudar a sua pele, Deus também não pode mudar em relação ao Seu “amor”. Isto porque o amor não é apenas uma característica divina, mas, a própria essência de Deus. O amor é inerente à Sua Pessoa! Por isso, João diz: “... Deus é amor.” (1Jo 4.8) E, assim podemos ter a certeza de que todas as ações divinas, inclusive as que consideramos “ruins”, são motivadas pelo amor (Mc 10.21a).

Gostaria, portanto, de destacar três manifestações deste amor na passagem bíblica do “filho pródigo”, ilustrada pelo próprio Senhor Jesus.

O amor de Deus se manifesta dando-nos liberdade de escolha! Conta-nos a história de que o filho mais novo pediu ao pai sua parte na herança. Naquela cultura o filho primogênito sempre recebia porção dobrada da herança. Outro detalhe era que nunca algum filho podia reduzir a sua parte da herança em “dinheiro”; o que garantia a vida futura dos pais. Entretanto, o filho mais novo toma uma decisão consciente, mas, errada. Porém, mesmo discordando o pai respeitou sua decisão.

Toda vez que somos conscientes das nossas escolhas e insistimos nelas (mesmo quando erradas) Deus também nos respeita. No jardim do Éden quando Adão e Eva pecaram ao fazer uma escolha desobediente, Deus não os “impediu”. E, assim é! Deus não deseja que escolhamos fazer Sua vontade motivados pelo medo ou por qualquer outro motivo que não, a nossa livre e espontânea vontade. Portanto, esta verdade nos faz refletir sobre qual a nossa "real motivação" em buscarmos e servirmos a Deus...? O amor precisa ser nossa resposta!

O amor de Deus se manifesta incondicional! Depois de o filho ter gastado toda sua parte da herança irresponsavelmente, reduzindo-a a nada, ele retornou para casa. Possivelmente sujo e maltrapilho (irreconhecível), aquele pai o recebeu “cheio de compaixão”, “beijando-o” e “abraçando-o”. Seu amor por aquele filho perdido era tanto que ele correu ao seu encontro; atitude considerada desrespeitosa por alguém de mais idade naquela cultura. Aquele pai continuava a amar aquele filho a despeito dos seus erros. Seu amor era maior do que os próprios erros cometidos pelo seu filho.

Da mesma maneira o amor de Deus por nós é incondicional. Ele não leva em consideração os nossos pecados para nos amar (Rm 5.8). Deus não nos ama mais quando somos obedientes e fazemos boas escolhemos. Nem nos ama menos quando desobedecemos ou fazemos más escolhas. Seu amor é imutável. E, a despeito das nossas atitudes e comportamentos, sempre nos amará! Seu amor será sempre maior do que os nossos desacertos! Porém, por mais que este amor do Pai seja um fato, jamais poderemos experimentá-lo em nossas vidas, a não ser que retornemos aos Seus braços, à exemplo do filho pródigo: humilhados e arrependidos!

O amor de Deus se manifesta perdoador! Antes de o filho retornar para casa, ele ensaiou seu pedido de perdão, que foi expressado ao chegar diante do pai. Quando o pai ouviu sua confissão ele poderia ter indagado ao filho onde esteve... o que andou fazendo... o que fez com sua parte da herança... Mas, não! O pai simplesmente pediu aos seus empregados que vestissem o filho da melhor roupa, colocassem o anel no seu dedo, calçassem os seus pés, e lhe preparassem uma festa. Esta atitude do pai foi tão inesperada que trouxe muita indignação no filho mais velho. Porém, independentemente dos pecados cometidos pelo pródigo, o que mais importava para o pai, era o fato dele ter retornado para o seu lar, de onde ele nunca deveria ter saído; e a salvo.

À semelhança deste filho mais novo, quando nós “reconhecemos”, “confessamos” e “abandonamos” nosso pecado, Deus sempre nos perdoa. Aliás, o perdão de Deus já nos foi concedido quando Ele enviou Seu Filho para morrer por nós. Portanto, diferentemente das nossas relações humanas, nunca devemos ter dúvidas se Deus irá ou não nos perdoar. Isto Ele já demonstrou há dois mil anos atrás. Por isso, basta que confessemos (confessar significa “concordar com Deus que o que fizemos foi errado”) os nossos pecados para recebermos o Seu perdão (1Jo 1.9). E, quando assim fazemos Ele não nos culpa ou nos acusa, mas, perdoa verdadeiramente. E, perdoar no grego quer dizer: soltar, mandar embora, esquecer. É isso o que Deus faz com os nossos pecados! “Quem é comparável a ti, ó Deus, que perdoas o pecado e esqueces a transgressão da sua herança? Tu, não permaneces irado para sempre, mas tens prazer em mostrar amor. De novo terás compaixão de nós; pisarás as nossas maldades e atirarás todos os nossos pecados nas profundezas do mar.” (Mq 7.18-19)

Deus o abençoe!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

PROJETO SEMEAR - Escolas









"A Mentira Tem Perna Curta" foi a história contada em duas escolas da região para aproximadamente 280 crianças entre 4 e 12 anos. Com o objetivo de semear aos pequenos corações, ajudando na construção do caráter, foi lindo observar a participação entusiasmada de todos que acompanharam com muita atenção e grande expectativa cada momento da história. Contando também com a colaboração dos professores e diretores, pudemos, pela graça de Deus ouvir bons relatos de como a mensagem da história impactou essas vidas em formação. Até a próxima...

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

TESTEMUNHO GA (Grupo de Amigos)


Há quanto tempo você participa do grupo de amigos?
Há um ano e meio.

Como é para você participar de uma reunião num ambiente familiar?
Me sinto a vontade, como se todos fossem da minha família. É muito bom a convivência com as pessoas e saber que você pode contar com elas de verdade.

Uma palavra que você lembra e lhe marcou?
A volta do "filho pródigo".

Uma música que você lembra e lhe marcou?
Os sonhos de Deus.

O que você gostaria de dizer aqueles que gostariam de participar de uma de nossas reuniões?
Que venham participar sem receio, estamos esperando de braços abertos, pois da mesma forma que Deus se agrada e se alegra com nossa presença, assim será com aqueles que abrirem seus corações e O buscarem. Deus tem muitas bênçãos para derramar sobre aqueles que O buscarem, e nós nos colocamos à diposição para auxiliar e somar com nossos testemunhos e solidariedade.

Testemunho de Éderson L. Zanelato

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

INDICAÇÃO DE LEITURA


Gary Chapman um dos mais conceituados e também autoridade na área do relacionamento conjugal, aborda neste livro sobre como "fazer" seu cônjuge mudar aquelas coisinhas que tanto irritam no dia a dia. Com um conteúdo muito claro e também prático, este livro pode (deve) ser lido por qualquer pessoa (casada) que deseja investir e crescer no seu maior patrimônio: o casamento!

Boa leitura.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

FOGO QUE PURIFICA!

“Eu os fiz sofrer, mas foi para purificá-los, como a prata é purificada na fornalha.” (Isaías 48.10)

O ourives está prestes a trabalhar sua peça de prata. Ele senta-se em frente ao forno a uma temperatura muito alta, elevando-a sobre as chamas. A prata deve ficar no lugar mais quente. Ele a observa o tempo todo para não passar do ponto. Quando a sua imagem é refletida na prata, ela é retirada do forno.

Os filhos de Deus, igualmente, são levados à fornalha diversas vezes na vida. Enfermidades, crises familiares e conjugais, perdas profissionais, perdas materiais, perdas familiares, traições, perseguições, calúnias e difamações; dentre tantas outras situações que colocam sob prova de fogo a nossa fé em Deus e na Sua Palavra. Mas, tudo isto não pode ser novidade para nenhum de nós. Aliás, o próprio Senhor Jesus nos alertou que no mundo teríamos “aflições” (João 16.33). Embora, seja um fato inevitável Deus colocar-nos sob o fogo quente em alguns momentos da vida, não podemos nos esquecer de duas verdades esclarecedoras que ela objetiva .

A primeira é que Deus não nos deixa à mercê do fogo quente das fornalhas da vida, que pode nos consumir. À semelhança do ourives, Ele está nos segurando e observando durante “todo o processo”. Sabe até onde podemos suportar – conhece o nosso limite – e, portanto, não permitirá que sejamos destruídos. O que Deus quer destruir (consumir), na verdade, são nossas palavras, sentimentos, comportamentos, e pensamentos que não condizem com Sua vontade. Enquanto estamos no meio do fogo tudo isto vai se desfazendo e, consequentemente, vamos sendo “purificados”.

E, a segunda é que Deus tem o propósito de formar em nós a Sua imagem e semelhança. Quando a Sua imagem é refletida em nós, então, somos finalmente retirados da fornalha. Quanto mais o fogo arde em nós, mais puros nos tornamos e mais parecidos com o nosso Senhor também. Seu objetivo para nós é que sejamos puros diante de um mundo tão impuro. Por esta razão é que as fornalhas da vida são para os filhos de Deus inevitáveis! Entretanto, há um grande propósito e, porque não dizer um grande privilégio: o de sermos transformados à imagem e semelhança de um Deus que é perfeito e totalmente Santo.

Por isso, quando você estiver sendo provado não peça a Deus que o “livre” da provação, mas, peça que Ele o dê a capacidade para “suportar” e “superar” a provação. Então você “brilhará” tanto perante Deus, quanto perante os homens no mundo!

sábado, 12 de setembro de 2009

CIDADE EM FESTA

Está acontecendo até o dia 19/09 a tradicional Festa das Etnias em nossa cidade. São apresentadas danças folclóricas das principais etnias que marcam a história de Criciúma. Pode-se ainda experimentar a gastronomia das culturas: Italiana, portuguesa, polonesa, africana, alemã, árabe e espanhola. Além de outras atividades artísticas que devem ser prestigiadas à exemplo da apresentação da escola de Teatro Bolshoi no Brasil e também da noite Gospel. Vale à pena conferir!
"Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus." (1Co 10.31)

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O QUE FAZER QUANDO A VIDA NOS CONTRARIA?

João 11.1-45

O que seria uma contrariedade? O dicionário descreve como um “aborrecimento”, um “descontentamento”, algo “imprevisto”, ou até mesmo um “estorvo”. São todas aquelas situações não previstas, que consomem o nosso tempo, o nosso ânimo, a nossa esperança, a nossa fé. Nestas situações imprevisíveis e que nos deixam contrariados, precisamos lembrar de três coisas para que não naufraguemos na fé.

1) Lembrar que Deus me ama! Isto mesmo! A nossa tendência ao sermos contrariados na vida é pensar que Deus não nos ama. Parece comum balbuciarmos termos como: ‘Deus não me ama mais...’ ‘Deus se esqueceu de mim...’ ‘Deus me abandonou...’ Marta e Maria foram tentadas a pensar que Jesus não as amava mais, quando fizeram um pedido para Ele vir à Betânia curar seu irmão Lázaro. Tanto que, quando Jesus decide vir à cidade, Maria permaneceu em casa parecendo estar bastante chateada. Entretanto, o texto bíblico afirma que Jesus “amava” a todos eles: Marta, Maria e Lázaro (v.5).

Igualmente, quando somos contrariados pela vida e não temos resposta imediata das nossas orações, imaginamos que Deus não nos ama tanto quanto supúnhamos que fosse. Porém, não é verdade. Veja o texto de Isaías 43.4: “Visto que você é precioso e honrado à minha vista, e porque te amo, darei homens em seu lugar.” Este texto mostra que o amor de Deus por Seus filhos torna-os preciosos e honrados aos Seus olhos! E, o Seu amor foi comprovado quando Ele nos deu o Seu Único Filho para morrer em nosso lugar (Jo 3.16)! Somos tão preciosos para Deus que Ele nos deu a Sua própria vida! Por isso, não deixe que as contrariedades da vida coloquem em dúvida o amor de Deus por você. Ele te ama! Às vezes, pode permitir determinadas situações em nossas vidas para nos ensinar, corrigir, gerar crescimento, ou fortalecer nossa fé. Contudo, não esqueça que por pior que sejam as suas circunstâncias, Ele reverterá em bênção no final (Rm 8.28).

2) Lembrar que Deus tem o Seu tempo de agir! O tempo de Deus é diferente do nosso. Nós agimos e pensamos tendo em vista o aqui e agora. Deus, porém, age tendo em vista a eternidade. O plano de Deus é sempre “maior” e “melhor”. Podemos perceber na passagem bíblica que Jesus demorou pelo menos quatro dias para atender ao pedido de Marta e Maria. Por isso, quando chegou a Betânia Lázaro já estava morto e sepultado fazia justamente quatro dias. Elas, então, lamentaram ao Mestre Sua demora. Pensavam não haver mais o que fazer.

Porém, o tempo de Jesus era outro! Para Ele nada estava fora do programa, muito menos do controle. Na verdade, se Jesus tivesse chegado antes, conforme elas desejavam, não teria acontecido nada além de uma simples “cura”. Porém, com a morte de Lázaro Jesus pôde demonstrar a todos o Seu poder e, ainda, levar muitos judeus à fé nele como o Cristo por conta de uma ressurreição!

Na nossa vida também pensamos que Deus se “atrasa”. Principalmente quando necessitamos (a nosso ver) de uma resposta rápida de Sua parte. Então, como ela não chega quando achamos que deve chegar, tendemos a pensar que única coisa que nos resta então, é nos conformar com a perda e administrar nossa dor. Afinal de contas morreram as esperanças. Porém, naquilo que colocamos um “ponto final”, Deus pode estar colocando uma “vírgula”. Como declara o profeta Isaías: “Pois os meus pensamentos não são os pensamentos de vocês, nem os seus caminhos são os meus caminhos, declara o Senhor. Assim como os céus são mais altos do que a terra, também os meus caminhos são mais altos do que os seus caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os seus pensamentos.” (Is 55.8-9) Lembre-se que os planos de Deus são “mais altos”, “maiores” e “melhores” que os nossos! Faça suas também as palavras afirmativas de George Müller: “O tempo de Deus é perfeito!”

3) Lembrar que Deus faz o impossível! Na mente de Marta e Maria não havia mais nada o que fazer, a não ser, conformar-se com a perda e a dor resultante da morte do amado irmão. Por isso, o lamento delas para com Jesus. Mesmo na tentativa de ressuscitar a esperança das irmãs ao falar da ressurreição de Lázaro, Jesus percebe a incapacidade de crer delas. Mas, mesmo assim, a falta de fé das irmãs de Lázaro não foi (naquela ocasião) um obstáculo para que Jesus realizasse o impossível, ressuscitando o morto. De fato, Jesus surpreendeu Marta e Maria ao mostrar que até mesmo o “impossível” Ele podia realizar!

Quantas coisas existem nas nossas vidas que já colocamos uma “pedra em cima”, mas, que Deus quer ressuscitar? Talvez existam áreas, situações, relacionamentos, oportunidades, sonhos, projetos na sua vida que na visão de Deus não acabou! Por isso, Ele quer ressuscitar! Novamente, você colocou um ponto final onde Deus colocou uma vírgula. Pode até ser que pareça estranho para você, assim como parecia estranho e incrível para Marta e Maria pensar seu irmão Lázaro poderia voltar à vida quando já cheirava mal. Porém, lembre-se que o nosso Deus é: “Aquele que é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder que atua em nós.” (Ef 3.20) Ele pode lhe surpreender!

CHARGE

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

NÃO DESISTA!

“Mantenha sempre a auto-estima, independente dos aplausos, pois as estrelas brilham na escuridão.”

“Se teus esforços forem vistos com indiferença, não desanimes, pois o sol ao nascer dá um espetáculo todo especial, e no entanto a platéia continua dormindo.”

Uma das histórias que mais me emociona na Bíblia é a de José do Egito. Vejo nele um exemplo de perseverança e fidelidade incondicionais. Algo que, creio, todos nós precisamos aprender! Você já pensou em desistir da vida? Já pensou em desistir dos seus sonhos? Já pensou em desistir das pessoas? Já pensou em desistir de Deus? Este poderia ter sido o caso de José, mas, sua vida desafiou obstáculos (Gn 37-50).

O primeiro obstáculo que José desafiou foi a traição das pessoas. Você já foi traído por alguém? Já sentiu a dor de uma traição que jamais esperava? Quando somos traídos o nosso mundo desaba. A dor de uma apunhala pelas costas é praticamente insuportável e inaceitável. Nestes momentos somos tentados a desistir das pessoas. Somos tentados a desistir da vida. Somos tentados a desistir de Deus. José, quando traído pelos seus próprios irmãos, enfrentou sua dor. Ele não desistiu da vida, não deixou de demonstrar bondade as pessoas, e nem deixou de ser fiel a Deus!

O segundo obstáculo que José desafiou foi a injustiça das pessoas. Você já foi injustiçado por alguém? Acusado de algo que nunca fez, nem mesmo em pensamento? Já pagou por algo que não devia? José mesmo vivendo da maneira correta, não conseguiu evitar a injustiça sobre si e a difamação do seu nome. Acusado de um crime que não cometeu, foi parar numa prisão. Quem sabe você também foi injustiçado pela vida, pelas pessoas e se sente humilhado. Mesmo que isto tenha acontecido com você, não desista da vida! Não desista das pessoas! Não desista de Deus!

O terceiro obstáculo que José desafiou foi o silêncio de Deus. Você já teve a impressão que Deus se calou? Já ficou sem respostas das suas orações? Já chegou a pensar que não valia a pena orar? Eu já! Não poucas vezes. Como José, eu e você precisamos lidar com o silêncio de Deus. Há uma canção diz: “quando Deus está em silêncio é porque está trabalhando!” Acredito sim! Pois, Sua Palavra diz que Ele trabalha em favor daqueles que nEle esperam (Is 64.4). O resultado da fidelidade de José levou-o à concretização dos seus sonhos, do reconhecimento das pessoas, e honra da sua fé no Senhor.

Talvez, você esteja cansado de tentar e não ver retorno. As pessoas ao seu redor, ao invés de reconhecer seus esforços, lhe criticam e lhe magoam. Entretanto, não desista dos seus sonhos! Não desista das pessoas! Não desista de Deus! Faça como o sol: continue dando seu espetáculo! Faça como José, e no tempo devido Deus o honrará!

domingo, 6 de setembro de 2009

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL?


Sete de setembro. Feriado nacional. Dia da Independência do Brasil. Por todo o País se fazem presentes as comemorações. São desfiles militares, escolares, civis. Discursos, bandas, orquestras. Evoca-se 1822, em verso e prosa. Enaltece-se Dom Pedro I como o Libertador. Desde a sua audaciosa desobediência às determinações da Metrópole portuguesa, não regressando a Portugal, estava proclamada a Independência do Brasil. O Príncipe tinha suas noites povoadas de sonhos de amor à liberdade. Desenvolvia no Espírito as noções da solidariedade humana. Não representava o tipo ideal necessário à realização dos projetos espirituais, mas era voluntarioso. E ele era a autoridade. Os patriotas já não pensavam noutra coisa que não fosse a organização política do Brasil. A imprensa da época concentrava as energias nacionais para a suprema afirmação da liberdade da Pátria. As pessoas viviam a expectativa. Todos os corações aguardavam. Então, no retorno da sua viagem a São Paulo, um correio leva ao conhecimento de Dom Pedro as novas imposições das cortes de Lisboa. Ali mesmo, nas margens do Ipiranga, ele deixa escapar o grito: "Independência ou Morte!" Sem suspeitar, Dom Pedro I era dócil instrumento de um Emissário Divino, que velava pela grandeza da Pátria. Consumou-se o fato e, logo, os versos do Hino da Independência eram cantados: "Já podeis da Pátria filhos, ver contente a Mãe gentil. Já raiou a liberdade, no horizonte do Brasil." A independência do Brasil foi fruto do intenso trabalho das hostes espirituais junto aos homens. Muitos homens deram a vida por este Ideal. São passados 187 anos da nossa Independência. Olhamos o nosso imenso País, um gigante geográfico e nos indagamos: "Somos realmente livres?" A verdadeira independência é moral. Enquanto prosseguem vigentes o jeitinho brasileiro e a lei de Gerson não seremos livres. Quando assumirmos nosso papel de homens dignos, corretos, fiéis aos nobres ideais, seremos livres. Quando o estandarte da solidariedade e da tolerância se implantar em nossos corações, a nossa bandeira verde e amarela tremulará mais bela. Quando estendermos os braços para o bem da comunidade, as estrelas do Pano Pátrio brilharão com maior intensidade. Quando a ordem e a disciplina se instalarem nas ações de todos nós, o branco do Pavilhão Nacional terá alcançado o verdadeiro sentido: a paz. Para que o progresso real se instale, é necessário que as individualidades cresçam. A soma das conquistas pessoais resultará no crescimento coletivo. Hoje é um excelente dia para se propor a trabalhar pelo nosso Gigante. Dizem que está adormecido, mas só porque os seus filhos dormem. A Mãe gentil que nos recebe nesta etapa da vida no planeta merece-nos o esforço. Se quisermos, e só se quisermos, poderemos tornar verdadeira, desde agora a assertiva espiritual: Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho. Coração que pulsa, que ama, que não relega ao abandono os seus filhos. E tanto quanto pode, recebe e ampara os filhos de outros solos. Pátria do Evangelho que irradia o bem, que serve de modelo, que luta pela Justiça, pela Verdade. Independência moral. Crescimento real. Vamos todos começar neste dia a lutar por tais objetivos?

terça-feira, 1 de setembro de 2009

DEUS SE IMPORTA COM MEUS PROBLEMAS?

Marcos 6.45-51

Alguma vez na vida você já fez essa pergunta? Você já teve a sensação de que Deus está indiferente ao seu problema? Já teve o sentimento de que Deus está distante? Na verdade todos nós temos estas impressões vez por outra. Olhando para a passagem citada, percebi pelo menos três ações de Deus quando estamos com problemas, que nos ajudam a entender o Seu modo de “agir” e os dilemas humanos.

A primeira ação: DEUS NOS VÊ! No verso 48 nos é afirmado que Jesus via os discípulos remando com dificuldade, por conta de uma tempestade no mar. Jesus enviou-os à frente pelo mar da Galiléia, enquanto despedia a multidão para orar. Isto se deu ao anoitecer. Porém, é presumível que durante o tempo em que seus discípulos eram fustigados pela revolta marítima, Jesus os observava. Eles não puderam perceber a presença de Jesus até a quarta vigília (3 e 6h). Mas, Seus olhos estavam fitos nos Seus amados! Há cerca de 5km mar adentro naquela escuridão, nenhum olho meramente humano seria capaz de ver a aflição daqueles discípulos. Não se esqueça! Jesus é onisciente! E onde quer que você esteja Ele está vendo você! “Senhor, tu me sondas e me conheces. Sabes quando me sento e quando me levanto (...) Sabes muito bem quando trabalho e quando descanso (...) Tu me cercas, por trás e pela frente, e pões a tua mão sobre mim.” (Salmos 139.1,2,5)

A segunda ação: DEUS SE FAZ PRESENTE! No verso 48 ainda nos é mostrado que Jesus dirigiu-se aos Seus discípulos em alto mar, fazendo-se presente. Eles se demonstraram admirados de Jesus vir até eles, pois, pensavam estar completamente sós. Tanto que duvidaram num primeiro momento. A dúvida da real presença de Jesus parece ser devido à vulnerabilidade de todos nós quando estamos com problemas. Parece que até Deus nos deixa. Entretanto, a história bíblica nos revela que Deus não apenas permite as adversidades, mas, nos acompanha nelas. Quando os três jovens hebreus foram lançados na fornalha ardente em Babilônia, Deus se fez presente com eles (Daniel 3). Quando Daniel foi lançado na cova dos leões, Deus estava com ele (Daniel 6). Não se esqueça! Jesus é onipresente! E onde quer que você esteja Ele estará com você! “Por isso, não tema, pois estou com você; não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; eu o segurarei com minha mão direita vitoriosa.” (Isaías 41.10)

A terceira ação: DEUS NOS AJUDA! No verso 51 também nos é narrado que no instante que Jesus subiu no barco dos discípulos a tempestade cessou. Parece que Jesus não faz uso de nenhum método para acalmar o mar, a não ser Sua simples e poderosa presença. A presença de Jesus foi suficiente para mudar o quadro enfrentado pelos discípulos. Foi tão surpreendente que eles ficaram espantados com o ocorrido. Da mesma forma a presença de Deus pode se mostrar poderosa, solucionando o nosso problema de modo a ficarmos espantados, assombrados. A história do rei Josafá (2Cr 20) comprova que a presença de Deus é poderosa para alterar nossa situação. Se você tem a presença de Jesus no barco da sua vida, Deus pode surpreendê-lo a qualquer momento! Não se esqueça! Jesus é onipotente! E, não importa o tamanho do seu problema, Ele é maior! “Quando você atravessar as águas, eu estarei com você; quando você atravessar os rios, eles não o encobrirão. Quando você andar através do fogo, não se queimará; as chamas não o deixarão em brasas.” (Isaías 43.2)